Previsão para o resto do fim de semana, 18 e 19 graus e sem chuva. Fixe!
Vale apena ver o site de turismo com muita informação.
Entrámos em autocarros para ter uma ideia sobre a cidade. O 37 levou-nos já para os arredores da cidade, fez-me lembrar o Grunewald em Berlin, com casas, casinhas e palacetes e lá pelo meio alguns prédios bem altos no meio da mata. Vai se lá perceber esta lógica...
A arquitectura continua a surpreender. Encontro prédios propositadamente bem tortos... por exemplo:
Uma zona vermelha, decandente, não fomos lá, apenas passámos de autocarro numa rua perpendicular.
Voltámos à zona Portuguesa e fomos almoçar frango de churrasco no O Frango. Mal entrámos falaram sempre português, devem nos ter tirado pela "pinta". o Dono enquanto servia ia falando bem alto para as pessoas que estavam lá sentadas numa grande mesa. É o que é tipicamente poruguês. Comer e falar alto... restaurante pequeno e cheio. Demoramos umas 2 horas para sair de lá... muito trabalho e pouca gente a atender. Ainda perguntei se era sempre assim ou era por ser um fim de semana prolongado. Disseram que era sempre assim, mas agora com menos 2 pessoas atender por estarem de férias. Ali cobraram 2,50€ por uma bica! Chiça! Frango de churrasco que não sabia ao mesmo, mas era bom. Um frango com batata frita aos cubos e salada 14,95€, uma Sangres de garrafa 2€, um pudim caseiro 4€. Chegámos à noite sem fome...
Dia de visitar a Cripta e a Torre da Igreja Der Michel. No site da igreja dá para ver panoramicas de 360º Lá em cima tinham mapas por zonas com legendas. Uma dela fazia referência ao quarteirão português. Pois, percebo, como tantos restaurantes. Ainda andámos a ver os nomes nas campainhas d do prédios lá da zoa para perceber onde é que a comunidade vive. E sim, encontrámos alguns nomes espalhados pela zona.
Também por aquela zona existem muitas igrejas de várias comunidades e crédos.
Alugámos bicicletas da cidade que estão espalhadas por vários postos. Em Berlin existem iguais, só que em vez de custarem 12€, custam 9€ pelas mesmas 24 horas de utilização.
O que é preciso para alugar uma bicicleta: criar uma conta registo, ter um cartão de crédito ou débito. Tentámos com o cartão Commerzbank alemão e não foi possível, tentei com o da Caixa Geral de Depósitos e já deu. Vai se lá saber porquê...
Páscoa!
Estamos em véspera da páscoa e no Porto fazem programas para especiais para esta noite. Entre as 20:00 e as 23:00 horas, oferecem programas só com a viagem ou com comida e bebida e passar na zona das fogueiras. Parece que é tradição fazerem fogueiras na rua. Acabámos por não ver nenhuma pela cidade... devem fazer em sitios próprios.
Um diário é pessoal e intransmissível, a pessoa assina o seu nome e tranca o acesso a ele. Neste meu diário não vou assinar o nome, mas vou deixar aberto a quem o quiser ler.
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19/04/14
18/09/13
Chaves
Como a senhoria não aparece para dar uma cópia das chaves ao holandês, fomos fazer umas cópias que serão descontadas na próxima renda. Pela primeira vez vejo uma loja tradional a emitir uma factura da venda, mas também não é para mais com estes valores, ufff super caro, então 2 chaves normais e uma chave pequena da caixa de correio foram 28€ e uns trocos... o senhor da loja pegou num frasco e deu-nos a escolher uns pacotinhos eu agradeci e tirei um e o Peter tirou outro, eram mini pacotes de gomas Haribo. Como estes preços bem que pode oferecer estes mimos aos clientes!
Quando vamos ao supermercado, todos procuramos o mesmo, o conforto dos produtos que já conhecemos. Por exemplo, ontem o Peter procurava queijo verdadeiramente holandês Gouda e Parmesão à séria. Nós fazemos o mesmo, procuramos aquilo que nos dá maior conforto, se bem que também gosto de experimentar coisas novas de vez em quando (aqui, que remédio tenho eu!).
O bacalhau não fez grandes amigos aqui por casa enquanto demolhava durante as 48h, pois o cheiro era intenso... tentei explicar que nós adoramos bacalhau e cozinhamos de diferentes maneiras...
Peter contou que os pais dele não cozinhavam peixe, logo, não lhe dá a devida importância (come douradinhos... mas isso não conta). A australiana contou que o seu melhor amigo é de descendência luso-africana, mas nunca ouviu falar em tal peixe.
Hoje chegou uma carta da polícia e pelo que foi possível traduzir diz que a investigação solicitada no dia 13/7/2013 não teve sucesso... isto quer dizer o quê? Caso encerrado? Snif, snif, snif... :( Na semana passada vi uma do mesmo modelo, mas de outra cor. A minha era bem mais gira... :(
Quando vamos ao supermercado, todos procuramos o mesmo, o conforto dos produtos que já conhecemos. Por exemplo, ontem o Peter procurava queijo verdadeiramente holandês Gouda e Parmesão à séria. Nós fazemos o mesmo, procuramos aquilo que nos dá maior conforto, se bem que também gosto de experimentar coisas novas de vez em quando (aqui, que remédio tenho eu!).
O bacalhau não fez grandes amigos aqui por casa enquanto demolhava durante as 48h, pois o cheiro era intenso... tentei explicar que nós adoramos bacalhau e cozinhamos de diferentes maneiras...
Peter contou que os pais dele não cozinhavam peixe, logo, não lhe dá a devida importância (come douradinhos... mas isso não conta). A australiana contou que o seu melhor amigo é de descendência luso-africana, mas nunca ouviu falar em tal peixe.
Hoje chegou uma carta da polícia e pelo que foi possível traduzir diz que a investigação solicitada no dia 13/7/2013 não teve sucesso... isto quer dizer o quê? Caso encerrado? Snif, snif, snif... :( Na semana passada vi uma do mesmo modelo, mas de outra cor. A minha era bem mais gira... :(
13/08/13
Produtos nacionais
Hoje foi dia de receber bem cedo uma encomenda com produtos portugueses. Que boa forma de começar uma nova semana. Gostei!
Primeiro furo na bicicleta do G., não admira, com tantos vidros que existem pelo chão fora. Desta vez foi uma loja de rua, bem mais fácil de resolver a questão e também porque estava farto da loja onde a tinha comprado, para além de ser bem mais longe e dar mais trabalho até lá chegar nestas condições.
À tarde fomos investir num cadeado melhor para a bicicleta do G.
Primeiro furo na bicicleta do G., não admira, com tantos vidros que existem pelo chão fora. Desta vez foi uma loja de rua, bem mais fácil de resolver a questão e também porque estava farto da loja onde a tinha comprado, para além de ser bem mais longe e dar mais trabalho até lá chegar nestas condições.
À tarde fomos investir num cadeado melhor para a bicicleta do G.
12/08/13
Roubaram a minha rainha
Estou simplesmente triste!
A minha bicicleta durou apenas um mês e quatro dias. Comprei-a dia 8 Junho e na noite de 12 para 13 de Julho roubaram-na do pátio do prédio... fiz o que me foi possível que foi apresentar queixa na polícia, será apenas mais um papel que ficou arquivado e que poderá entrar para as estatísticas (se que é que são feitas).
Agora é que começo a rebobinar a cassete, noutro dia o cadeado apareceu com a borracha de fora um pouco rebentada, e a "garagem" ficou com mais espaços livres... ainda pensei que tivesse sido o facto de colocar o cadeado dentro do cesto enquanto andava e com a fricção rasgasse. Também coloquei a hipótese de roubo, mas não dei importância, tinha confiança no cadeado de segurança nível 8. Claro que se fosse hoje teria ido investir noutro cadeado que por aqui chegam a custar tanto como uma bicicleta básica em Portugal.
Descobri um Aldi relativamente perto daqui, mas de bicicleta fica super perto, que fica numa zona residencial, logo tem pouco movimento e é muito limpo e com produtos Bio muito interessantes e baratos. Estava para ir fazer umas compras para o fim de semana quando chego ao pátio e não a vejo, voltei a percorrer todas as bicicletas como se não estivesse a ver bem e volto a fazer o mesmo e não quis acreditar! Subo as escadas a correr até ao 3º andar, entro em casa e peço ao G. para ir confirmar, porque não queria acreditar que a tinham roubado dentro de casa.
Passo seguinte foi ir apresentar queixa à polícia. Vimos na internet onde é que ficava a esquadra da zona e fomos até lá de autocarro. Já passavam das 18h de sábado, a porta estava fechada, será que não trabalham ao fim de semana? Depois de várias tentativas para abrir a porta, lá se abriu. Alta segurança só para li entrar. Peguntámos se falavam inglês e um engradacinho disse: Estamos na Alemanha, falamos alemão! Passado alguns momentos chega um Polícia mais novo para falar connosco, explicámos a situação, mostrámos o BI e o comprovativo da compra onde tem um número que está gravado na bicicleta, fotocopiou e levou-nos para uma sala onde tinha um painel com imagens de vários cadeados, indicámos o mais parecido com o meu, ele registou e por fim dá-nos um papel com o número do caso. Vamos até casa a pé para relaxar e digerir toda a situação.
Domingo demanhã acordo cedo para ir à feira que fazem aqui perto de casa, entre outras coisas, vendem bicicletas roubadas e em segunda mão, ainda tinha uma pesquena esperança de a voltar a ver, apesar de ter consciência que não a iriam colocar à venda aqui tão perto de casa. Mas fui por descarga de consciência e para tentar me sentir melhor.
Por aqui a grande maioria das bicicletas são todas pretas ou muito escuras, a minha também era, mas tinha pormenores que chamavam à atenção, tinha o banco, pneus e manipulos brancos.
Vai fazer falta! Mas para já não quero voltar a pensar comprar outra. Foi bom enquanto durou, como no fim de semana passado, que foi simplesmente fantástico!
Passado 5 dias de ter apresentado queixa recebo uma carta da polícia com um questionário mais detalhado sobre a situação. Primeiro passo foi traduzir a carta e responder maioritariamente sim ou não e as caracteristicas da bicicleta, marca, modelo, etc... Fotocopiar o comprovativo de compra e como tinha esta fotografia também a imprimi e enviei tudo por carta. Aguardemos então por novos desfechos...
A minha bicicleta durou apenas um mês e quatro dias. Comprei-a dia 8 Junho e na noite de 12 para 13 de Julho roubaram-na do pátio do prédio... fiz o que me foi possível que foi apresentar queixa na polícia, será apenas mais um papel que ficou arquivado e que poderá entrar para as estatísticas (se que é que são feitas).
Agora é que começo a rebobinar a cassete, noutro dia o cadeado apareceu com a borracha de fora um pouco rebentada, e a "garagem" ficou com mais espaços livres... ainda pensei que tivesse sido o facto de colocar o cadeado dentro do cesto enquanto andava e com a fricção rasgasse. Também coloquei a hipótese de roubo, mas não dei importância, tinha confiança no cadeado de segurança nível 8. Claro que se fosse hoje teria ido investir noutro cadeado que por aqui chegam a custar tanto como uma bicicleta básica em Portugal.
Descobri um Aldi relativamente perto daqui, mas de bicicleta fica super perto, que fica numa zona residencial, logo tem pouco movimento e é muito limpo e com produtos Bio muito interessantes e baratos. Estava para ir fazer umas compras para o fim de semana quando chego ao pátio e não a vejo, voltei a percorrer todas as bicicletas como se não estivesse a ver bem e volto a fazer o mesmo e não quis acreditar! Subo as escadas a correr até ao 3º andar, entro em casa e peço ao G. para ir confirmar, porque não queria acreditar que a tinham roubado dentro de casa.
Passo seguinte foi ir apresentar queixa à polícia. Vimos na internet onde é que ficava a esquadra da zona e fomos até lá de autocarro. Já passavam das 18h de sábado, a porta estava fechada, será que não trabalham ao fim de semana? Depois de várias tentativas para abrir a porta, lá se abriu. Alta segurança só para li entrar. Peguntámos se falavam inglês e um engradacinho disse: Estamos na Alemanha, falamos alemão! Passado alguns momentos chega um Polícia mais novo para falar connosco, explicámos a situação, mostrámos o BI e o comprovativo da compra onde tem um número que está gravado na bicicleta, fotocopiou e levou-nos para uma sala onde tinha um painel com imagens de vários cadeados, indicámos o mais parecido com o meu, ele registou e por fim dá-nos um papel com o número do caso. Vamos até casa a pé para relaxar e digerir toda a situação.
Domingo demanhã acordo cedo para ir à feira que fazem aqui perto de casa, entre outras coisas, vendem bicicletas roubadas e em segunda mão, ainda tinha uma pesquena esperança de a voltar a ver, apesar de ter consciência que não a iriam colocar à venda aqui tão perto de casa. Mas fui por descarga de consciência e para tentar me sentir melhor.
Por aqui a grande maioria das bicicletas são todas pretas ou muito escuras, a minha também era, mas tinha pormenores que chamavam à atenção, tinha o banco, pneus e manipulos brancos.
Vai fazer falta! Mas para já não quero voltar a pensar comprar outra. Foi bom enquanto durou, como no fim de semana passado, que foi simplesmente fantástico!
Passado 5 dias de ter apresentado queixa recebo uma carta da polícia com um questionário mais detalhado sobre a situação. Primeiro passo foi traduzir a carta e responder maioritariamente sim ou não e as caracteristicas da bicicleta, marca, modelo, etc... Fotocopiar o comprovativo de compra e como tinha esta fotografia também a imprimi e enviei tudo por carta. Aguardemos então por novos desfechos...
11/08/13
Primeiro dia de praia
Pegámos nas bicicletas e apanhámos 2 comboios para chegar perto de um grande lago cercado por um parque enorme. Saimos da estação e fomos atrás de uma multidão, certamente iriam para lá. Depois de pedalar um pouco chegámos junto ao lago e posso dizer que nunca tinha visto aqui tanta gente com mais de 60 anos como ali naquele local.
O lago estava cheio de barcos de todos os tamanhos e o maior, estilo o Basófias de Coimbra cheio de pessoas com mais de 60 anos. Vimos que havia uma passagem pedonal que passava por baixo de água, ufff toca a pegar ao colo a bicicleta para descer as escadas, atravessar o tunel e voltar a acartar a bicicleta escadaria acima.
Na foto de cima dá para ver a saída do túnel que passa por baixo de água.
Isto foi numa zona residencial que tinha um bar esplanada e esta vista.
Esta era uma estrada principal com previlégio de ter duas ciclovias e apenas uma faixa de rodagem para os automóveis que andavam nos dois sentidos...
No meio do parque existem caminhos mais estreitos só para bicicletas e outros só para peões. É possível andar à volta do lago seguindo as ciclovias bem sinalizadas.
Esta foi a primeira praia que vimos com um areal enorme, mas inclinado que ficava no meio do nada no parque e volta e meia chegávam mais pessoas ora a pé, ora de bicicleta, ficámos intrigados e explorámos um pouco mais aquela zona sem ser só andar à volta do lago e descobrimos ali perto casitas de férias todas diferentes, com relvados, flores, churrasqueiras... assim no meio do nada. Ali sim, estavam no meio da natureza sem ouvir barulho da cidade. Qualidade de vida!
Ali molhei os pés para sentir a temperatura da água. Estava boa! A água é que era avermelhada... comemos uma peça de fruta e seguimos viagem até que encontrámos outra zona mais residencial com casas à beira dos canais e uma zona que dava para atravessar de barco para ir até à outra margem comprar peixe e etc, pelo menos era o que parecia, uma peixaria, cafés. Estavam a passar muitos barcos, todos diferentes, parecia um desfile.
Andámos à volta do lago Muggelsee (o grande da esquerda). Parámos numa sombra de uma árvore para abastecer o estômago com uma sandocha improvisada antes de sair de casa e lembrámo-nos que ainda não tinhamos visto à venda GPL.
Seguimos viagem com destino à estação de comboios, mas antes passámos por uma bomba que vendia GPL, nem de propósito, tinhamos estado a falar sobre isso na hora de almoço. Aqui o GPL (ERDGAS) está a 1,08€.
Vi um estacionamento cheio de carros e uma multidão a ir para a mesma zona, parámos, voltámos para trás e pumba descobrimos uma praia. Eu já tinha o fato de banho vestido, mas o G. não veio prevenido e fomos comprar um para ele dar um mergulho. O dia estava quentinho mesmo bom para estar ali. Como tinhamos andádo no meio das árvores nem nos tinhamos apercebido da temperatura alta.
Esta praia tem o areal e tem de lado zonas com relvado ao sol ou à sombra das árvores e muitos mosquitos também :p Como não tinhamos protector solar ficámos na sombra, ainda assim cheguei a casa com os braços vermelhos...
Estava mesmo bom, só faltava respirar o cheiro da maresia...
Fim de semana fantástico, ainda com o encanto de descobrir sítios bonitos :)
O lago estava cheio de barcos de todos os tamanhos e o maior, estilo o Basófias de Coimbra cheio de pessoas com mais de 60 anos. Vimos que havia uma passagem pedonal que passava por baixo de água, ufff toca a pegar ao colo a bicicleta para descer as escadas, atravessar o tunel e voltar a acartar a bicicleta escadaria acima.
Na foto de cima dá para ver a saída do túnel que passa por baixo de água.
Isto foi numa zona residencial que tinha um bar esplanada e esta vista.
Esta era uma estrada principal com previlégio de ter duas ciclovias e apenas uma faixa de rodagem para os automóveis que andavam nos dois sentidos...
No meio do parque existem caminhos mais estreitos só para bicicletas e outros só para peões. É possível andar à volta do lago seguindo as ciclovias bem sinalizadas.
Esta foi a primeira praia que vimos com um areal enorme, mas inclinado que ficava no meio do nada no parque e volta e meia chegávam mais pessoas ora a pé, ora de bicicleta, ficámos intrigados e explorámos um pouco mais aquela zona sem ser só andar à volta do lago e descobrimos ali perto casitas de férias todas diferentes, com relvados, flores, churrasqueiras... assim no meio do nada. Ali sim, estavam no meio da natureza sem ouvir barulho da cidade. Qualidade de vida!
Ali molhei os pés para sentir a temperatura da água. Estava boa! A água é que era avermelhada... comemos uma peça de fruta e seguimos viagem até que encontrámos outra zona mais residencial com casas à beira dos canais e uma zona que dava para atravessar de barco para ir até à outra margem comprar peixe e etc, pelo menos era o que parecia, uma peixaria, cafés. Estavam a passar muitos barcos, todos diferentes, parecia um desfile.
Andámos à volta do lago Muggelsee (o grande da esquerda). Parámos numa sombra de uma árvore para abastecer o estômago com uma sandocha improvisada antes de sair de casa e lembrámo-nos que ainda não tinhamos visto à venda GPL.
Seguimos viagem com destino à estação de comboios, mas antes passámos por uma bomba que vendia GPL, nem de propósito, tinhamos estado a falar sobre isso na hora de almoço. Aqui o GPL (ERDGAS) está a 1,08€.
Vi um estacionamento cheio de carros e uma multidão a ir para a mesma zona, parámos, voltámos para trás e pumba descobrimos uma praia. Eu já tinha o fato de banho vestido, mas o G. não veio prevenido e fomos comprar um para ele dar um mergulho. O dia estava quentinho mesmo bom para estar ali. Como tinhamos andádo no meio das árvores nem nos tinhamos apercebido da temperatura alta.
Esta praia tem o areal e tem de lado zonas com relvado ao sol ou à sombra das árvores e muitos mosquitos também :p Como não tinhamos protector solar ficámos na sombra, ainda assim cheguei a casa com os braços vermelhos...
Estava mesmo bom, só faltava respirar o cheiro da maresia...
Fim de semana fantástico, ainda com o encanto de descobrir sítios bonitos :)
10/08/13
Comida Vietnamita
Como descrevo esta comida: é simples, é picante, é completa, é reconfortante! Adoro comida Vietnamita! Assim que cheguei aqui fomos jantar um Pho num restauante aqui perto:
Esta sábado fomos a outro restaurante ainda é melhor! Um simples prato com tanta sensação e textura junta. Salgado, ácido, doce, picante, crocante... Senti-me um dragão a arder ahahaha, adoro picante, mas aquele prato estava altamente picante, e depois fui me sentindo um dragão pequeno, a um dragãozito mais fraquito, mais pequenito até voltar ao normal. Sensações boas! Para mais que estava calor, imagino comer isto no inverno ui ui deve saber muito bem!
Demanhã vi um senhor com uma chupeta na boca e sem qualquer criança por perto e de tarde vi outro senhor com duas chupetas agarradas à mochila e também não tinha crianças. Pessoal carente, talvez.
As pessoas são muitos descontraidas em relação a quase tudo e não existe preconceito de estar uma farmacêutica atrás do balcão toda tatuada, com brincos e cabelos extravagantes pintados de todas as cores.
Um dos pediais do G. começou a rachar e fomos comprar uns novos, comprámos uma chave para os trocar, mas sem sucesso voltámos à loja para serem eles a trocarem. O assunto ficou revolvido em 3 minutos, mas com uma chave à séria. Ah e para grande surpresa nossa não nos cobraram a mão de obra.
Continuámos a nossa viagem pela cidade, vimos uma zona com habitação nova e com direito a quintal, até que ouvimos falar português, eram africanas a sair de casa num bruto mercedes. Continuámos a viagem até que encontrámos uma loja gigante Frische Paradies com muita boa pinta e entrámos. Uau, tinha uma peixaria à séria, o que era mais próximo de uma peixaria como as nossas. Também tinha vegetais, frutas, carne, vinhos, cereais, compotas e sal português artesanal da SalMartins da Figueira da Foz a 6€ o kilo!!! Uma loja gourmet sem estar lá escrito que o era.
Esta sábado fomos a outro restaurante ainda é melhor! Um simples prato com tanta sensação e textura junta. Salgado, ácido, doce, picante, crocante... Senti-me um dragão a arder ahahaha, adoro picante, mas aquele prato estava altamente picante, e depois fui me sentindo um dragão pequeno, a um dragãozito mais fraquito, mais pequenito até voltar ao normal. Sensações boas! Para mais que estava calor, imagino comer isto no inverno ui ui deve saber muito bem!
Demanhã vi um senhor com uma chupeta na boca e sem qualquer criança por perto e de tarde vi outro senhor com duas chupetas agarradas à mochila e também não tinha crianças. Pessoal carente, talvez.
As pessoas são muitos descontraidas em relação a quase tudo e não existe preconceito de estar uma farmacêutica atrás do balcão toda tatuada, com brincos e cabelos extravagantes pintados de todas as cores.
Um dos pediais do G. começou a rachar e fomos comprar uns novos, comprámos uma chave para os trocar, mas sem sucesso voltámos à loja para serem eles a trocarem. O assunto ficou revolvido em 3 minutos, mas com uma chave à séria. Ah e para grande surpresa nossa não nos cobraram a mão de obra.
Continuámos a nossa viagem pela cidade, vimos uma zona com habitação nova e com direito a quintal, até que ouvimos falar português, eram africanas a sair de casa num bruto mercedes. Continuámos a viagem até que encontrámos uma loja gigante Frische Paradies com muita boa pinta e entrámos. Uau, tinha uma peixaria à séria, o que era mais próximo de uma peixaria como as nossas. Também tinha vegetais, frutas, carne, vinhos, cereais, compotas e sal português artesanal da SalMartins da Figueira da Foz a 6€ o kilo!!! Uma loja gourmet sem estar lá escrito que o era.
02/08/13
Garantia
Vamos utilizar a garantia e ver se cobra este tipo de coisas. Na loja dizem que vão analisar se foi um furo de origem de um prego, vidro ou defeito de fabrico. Caso seja por acidente terei que pagar 11,50€ pelo arranjo. Aiii que porra! Estou fora dos preços, mas achei caro. Terei que aguardar por amanhã para saber o resultado do estrago.
Noutro dia dizia o C. que iríamos viver tipo como no campismo e eu concordei. Agora que não temos internet não temos muita coisa para fazer, recolhemos aos aposentos bem cedo, tal como fazíamos no campismo, mas ai pela falta de luz e acordávamos cedo com o sol a bater na tenda. Aqui acordámos bem cedo com o sol a bater na janela e depois volta a bater ao final da tardinha perto do por-de-sol. Só falta o mar e a praia! Já que o sol anda bem quente!
O dia amanhece às 4h da madrugada e às 22h ainda está anoitecer.
Noutro dia dizia o C. que iríamos viver tipo como no campismo e eu concordei. Agora que não temos internet não temos muita coisa para fazer, recolhemos aos aposentos bem cedo, tal como fazíamos no campismo, mas ai pela falta de luz e acordávamos cedo com o sol a bater na tenda. Aqui acordámos bem cedo com o sol a bater na janela e depois volta a bater ao final da tardinha perto do por-de-sol. Só falta o mar e a praia! Já que o sol anda bem quente!
O dia amanhece às 4h da madrugada e às 22h ainda está anoitecer.
01/08/13
À terceira é de vez
Voltámos ao Mauerpark Parque e desta vez fomos ver a feira. É um espaço sem grandes regras de organização, misturam tudo, sapatos, velharias com comida. Ali dá para comprar bicicletas usadas, quer sejam roubadas ou não, e se não são fazem questão de dizer que são legais. Vi artesanato, bijuteria, roupas personalizadas, uma invenção de uma peça que se espetava nos limões ou laranjas para retirar sumo qb, tinha uma tampa para tapar e reaproveitar noutra altura sem abrir/estragar a fruta, t-shirts, pinturas, comida turca, um aparelho que faz um mix de músicas de dois aparelhos, como por exemplo, ipod e telemóvel, por 90€ - qualquer pessoa pode ser “DJ” numa festa com isto, roupa em segunda mão, iorgurtes em baldes que parecem gelados, cuecas, wafles, hambúrgueres, filhetes de truta ou cavala grelhados em carvão com pão e molhos... abriu o apetite! Na zona do parque, as pessoas faziam piqueniques, churrascos e os músicos começaram a parecer, um deles cantava em várias línguas, vivia numa caravana e corria mundo, entre outras, cantou uma música brasileira e no fim agradeceu em várias línguas: Obrigado, Danke, Thank you. Soube bem ouvir alguém a falar português.
Fomos até ao centro para mais um parque o Tiergarten. De regresso a casa vimos o pneu de trás da minha bicicleta a ficar muito vazio a totalmente vazio. Fogo nem uma semana durou!!! É domingo e a loja está fechada, bem como todas as lojas. Tem que ficar para amanhã.
Fomos até ao centro para mais um parque o Tiergarten. De regresso a casa vimos o pneu de trás da minha bicicleta a ficar muito vazio a totalmente vazio. Fogo nem uma semana durou!!! É domingo e a loja está fechada, bem como todas as lojas. Tem que ficar para amanhã.
31/07/13
A pedalar
Aderi a um dia de internet no telemóvel por 0,99€, ah que fixe! Posso contactar com o mundo!
Apanhámos as bicicletas e fomos de Ring até Grunewald, um dos pulmões da cidade. Já de bicicleta passámos junto de umas casitas que se vêem do Ring, não chego a perceber muito bem se vivem lá ou se são apenas casas de férias todas arranjadinhas com flores, plantas, árvores, relvados e churrasqueiras. No meio do parque apanhei mini pinhas. Do outro lado da estação, vimos ruas com casarões senhoriais misturados com outras casas de arquitectura moderna. Voltámos apanhar o Ring e saimos para ir ao Ikea e depois fomos andar no meio de uma pista de descolagem/aterragem de um aeroporto, Templof, já desativado. Como não existe mar, mas ali naquele descampado há algum vento, vão para lá fazer uma especíe de skysurf sobre rodas. Andar de patins, de bicicleta, fazer piqueniques e churrascos no relvado e ao fundo existem uma horta comunitária. Como os solos estão poluídos e não devem ser utilizados para cultivo devido à radioactividade, fazem hortas em cima de estruturas.
Apanhámos as bicicletas e fomos de Ring até Grunewald, um dos pulmões da cidade. Já de bicicleta passámos junto de umas casitas que se vêem do Ring, não chego a perceber muito bem se vivem lá ou se são apenas casas de férias todas arranjadinhas com flores, plantas, árvores, relvados e churrasqueiras. No meio do parque apanhei mini pinhas. Do outro lado da estação, vimos ruas com casarões senhoriais misturados com outras casas de arquitectura moderna. Voltámos apanhar o Ring e saimos para ir ao Ikea e depois fomos andar no meio de uma pista de descolagem/aterragem de um aeroporto, Templof, já desativado. Como não existe mar, mas ali naquele descampado há algum vento, vão para lá fazer uma especíe de skysurf sobre rodas. Andar de patins, de bicicleta, fazer piqueniques e churrascos no relvado e ao fundo existem uma horta comunitária. Como os solos estão poluídos e não devem ser utilizados para cultivo devido à radioactividade, fazem hortas em cima de estruturas.
22/07/13
Pela cidade de bicicleta
Hoje é o segundo dia que saio para andar de bicicleta, fiz duas horas de manhã e mais umas três horas de tarde. A cidade enorme assim fica mais pequena, rápidamente chego aos sítios, gosto disto! Fui até Pankow e descobri uma loja de lãs, a www.wollrausch-Berlin.de, onde fazem workshops de tricot e crochet todas as segundas-feiras durante duas horas por 7,50€. Comprei uma agulha de crochet 5,5mm. Pankow é o fim da linha de metro U2, e tem uma zona comercial que me fez lembrar a Costa Nova, embora seja bem diferente. No meio da rua tinha uma mini feira. Na vinda descobri uma retrosaria onde vendia tecidos, lãs, etc, mas desta vez não quis entrar.
Precisei de ir ao Supermercado antes do almoço e vi leite dos Alpes em promoção por 0,79€ e agarrei, cheguei à caixa e marcou 1,09€, disse à senhora que não era esse o preço que estava lá marcado, ignorou-me e continuou a registar os outros artigos, voltei a dizer, esse não é o preço do leite, mas está bem! E fui arrumando para dentro do saco. Levantou-se e foi-se embora sem dizer nada, passado algum tempo voltou, abriu o meu saco tirou o leite, anulou na caixa e diz que é a 0,79€ e eu digo que sim. E acabou por ali a conversa, nem pedido de desculpa pelo erro do sistema, nada. Saio com as compras e coloco no cesto da bicicleta, abro o cadeado e pumba cai a bicicleta e entorno as compras para o chão, grande estreia.
Vou para casa e preparo o almoço, depois experimento a nova agulha de crochet com a ideia de fazer um porta-chaves, mas só gosto de fazer cordão e não gosto do resultado! Saio para a rua de bicicleta, mais uma vez sem destino, quando dou por mim já estou nas portas de Brandenburger e depois passo pelo Tiergarten em direcção ao parlamento alemão. É tudo tão plano, a bicicleta rola bem e sigo pela ciclovia, páro tiro fotografias com o telemóvel e volto a seguir viagem, a tarde está agradável, quentinha.
Chego até Alexander Platz ligo o wi-fi à procura de rede livre para consultar o email, mas sem sucesso, como é que é possível? Estou no centro... Se fosse em Lisboa já teria conseguido! Envio SMS para combinar um fim de tarde ali, mas o G. diz que já tem a sua bicicleta nova e para encontrarmos-nos em casa. Sigo viagem e penso, vou pela esquerda ou sigo em frente? Sigo em frente por uma questão mais prática, não tenho que me meter em grandes cruzamentos com os carros. Faço qualquer coisa como 3 km sempre em frente e no cruzamento obrigatório à esquerda para ir para casa ouço alguém a chamar por mim, era o G. na sua bicicleta! Se tivesse sido combinado não teria sido tão exato o encontro. Mostrei-lhe o que eu chamo de ciclovias autoestradas.
Precisei de ir ao Supermercado antes do almoço e vi leite dos Alpes em promoção por 0,79€ e agarrei, cheguei à caixa e marcou 1,09€, disse à senhora que não era esse o preço que estava lá marcado, ignorou-me e continuou a registar os outros artigos, voltei a dizer, esse não é o preço do leite, mas está bem! E fui arrumando para dentro do saco. Levantou-se e foi-se embora sem dizer nada, passado algum tempo voltou, abriu o meu saco tirou o leite, anulou na caixa e diz que é a 0,79€ e eu digo que sim. E acabou por ali a conversa, nem pedido de desculpa pelo erro do sistema, nada. Saio com as compras e coloco no cesto da bicicleta, abro o cadeado e pumba cai a bicicleta e entorno as compras para o chão, grande estreia.
Vou para casa e preparo o almoço, depois experimento a nova agulha de crochet com a ideia de fazer um porta-chaves, mas só gosto de fazer cordão e não gosto do resultado! Saio para a rua de bicicleta, mais uma vez sem destino, quando dou por mim já estou nas portas de Brandenburger e depois passo pelo Tiergarten em direcção ao parlamento alemão. É tudo tão plano, a bicicleta rola bem e sigo pela ciclovia, páro tiro fotografias com o telemóvel e volto a seguir viagem, a tarde está agradável, quentinha.
Chego até Alexander Platz ligo o wi-fi à procura de rede livre para consultar o email, mas sem sucesso, como é que é possível? Estou no centro... Se fosse em Lisboa já teria conseguido! Envio SMS para combinar um fim de tarde ali, mas o G. diz que já tem a sua bicicleta nova e para encontrarmos-nos em casa. Sigo viagem e penso, vou pela esquerda ou sigo em frente? Sigo em frente por uma questão mais prática, não tenho que me meter em grandes cruzamentos com os carros. Faço qualquer coisa como 3 km sempre em frente e no cruzamento obrigatório à esquerda para ir para casa ouço alguém a chamar por mim, era o G. na sua bicicleta! Se tivesse sido combinado não teria sido tão exato o encontro. Mostrei-lhe o que eu chamo de ciclovias autoestradas.











































